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	<description>Coworking em Florianópolis, SC</description>
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		<title>Para o dia internacional do livro, veja dicas de leituras pelos nossos coworkers</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 20:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coworkers]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro nunca é demais, né não? Então a gente reuniu dicas de leitura pelos nossos coworkers e resolvemos compartilhar com todo mundo. Aí vão: (Obs.: Para saber mais sobre o livro, clique em cima da imagem!) &#160; 1 &#8211; Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil (por Maryna Bittencourt, da 9 e meia) &#160; Esqueça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="13" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/13.jpg" alt="" width="768" height="768" /></p>
<p>Livro nunca é demais, né não? Então a gente reuniu dicas de leitura pelos nossos coworkers e resolvemos compartilhar com todo mundo. Aí vão:</p>
<p>(Obs.: Para saber mais sobre o livro, clique em cima da imagem!)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 &#8211; Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil (por Maryna Bittencourt, da <a href="http://9emeia.com.br" target="_blank">9 e meia</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Esqueça tudo o que você sabe sobre a história do Brasil. É um soco no estômago, você descobre coisas que você pensa &#8216;fomos enganados&#8217;. Ótimo livro pra quem faz conteúdo.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2852395/guia-politicamente-incorreto-da-historia-do-brasil"><img class=" wp-image-2693 aligncenter" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/9788562936067_guiapoliticamenteNOVAEDICAO-704x1024.jpg" alt="" width="338" height="491" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 &#8211; As Memórias do Livro (por Emília Chagas, da <a href="http://tex.do" target="_blank">tex.do</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>É um livro escrito pela jornalista e prêmio Pulitzer Geraldine Brooks, que tem outros títulos ótimos. Nesse livro ela recria a odisseia da Hagadá de Sarajevo, obra-prima do judaísmo medieval. A narrativa parte de traços deixados no livro para resgatar a história dele, a começar pelo século XV, até os dias atuais. Li há alguns anos e ainda me emociono ao lembrar de alguns trechos.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2312237/as-memorias-do-livro"><img class=" wp-image-2695 aligncenter" title="As memórias do Livro" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/As-Memórias-do-Livro.jpg" alt="" width="323" height="480" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3  - Satisfação Garantida &#8211; no Caminho do Lucro e da Paixão (por Elton Miranda, da <a href="http://whapp.co" target="_blank">Whapp</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>É uma ótima leitura e tem uma visão inovadora na cultura corporativa.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3362517/satisfacao-garantida-no-caminho-do-lucro-e-da-paixao"><img class="size-full wp-image-2697 aligncenter" title="Satisfação Garantida" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/livro-satisfacao-garantida-caminho-do-lucro-e-da-paixao-zappos.jpg" alt="" width="324" height="500" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 &#8211; O Segredo da Mente Milionária (Rafael Leite, <a href="http://plyh.co/" target="_blank">Play like your hero</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Esse livro traz uma concepção muito diferente da relação que as pessoas tem com grana e o sucesso.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1416781/os-segredos-da-mente-milionaria-aprenda-a-enriquecer-mudando-seus-conceitos-sobre-o-dinheiro"><img class="aligncenter  wp-image-2698" title="Os segredos da mente milionária" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/os+segredos+da+mente+milionaria+t+harv+eker+sao+paulo+sp+brasil__2F43C3_1.jpg" alt="" width="324" height="450" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 &#8211; Head First (Use a cabeça) (Thiago Ramos, <a href="http://catarinatouch.com/en/" target="_blank">Catarina Touch</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Melhor série de ensino básico de qualquer tema da programação. Trata-se de uma forma muito informal o ensino da área.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2578937/use-a-cabeca-html-com-css-e-xhtml"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2699" title="Head First" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/75277794-259x300.png" alt="" width="259" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6 &#8211; Estratégia do Oceano Azul (Paola Fantini, da <a href="http://bookess.com" target="_blank">Bookess</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Estratégia das empresas tradicionais é o oceano vermelho, já as empresas inovadoras utilizam esse outro. Para área administrativa .</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.submarino.com.br/produto/284858/livro-a-estrategia-do-oceano-azul-como-criar-novos-mercados-e-tornar-a-concorrencia-irrelevante"><img class="aligncenter  wp-image-2700" title="A estratégia do Oceano Azul" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/aaa-706x1024.jpg" alt="" width="297" height="430" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7 &#8211; World War Z (Felipe D&#8217;ávila, da <a href="http://dataspace.com.br" target="_blank">Data Space</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Eu achei o livro animal, ele começa com um ritmo bem lento, até tu se acostumar com a narrativa e depois fica sensacional.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.amazon.com/World-War-Oral-History-Zombie/dp/0307346617"><img class="aligncenter  wp-image-2701" title="World War Z" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/WorldWarZ_200-s6-c10-674x1024.jpg" alt="" width="328" height="498" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8 &#8211; <a href="http://www.travessa.com.br/MOJO_COMO_CONSEGUIR_MANTER_E_RECONQUISTAR_O_QUE_VOCE_PERDER/artigo/c0dabb77-9475-4184-ab79-9ff76529a3f7" target="_blank">Mojo</a> (Leonam Espíndola, do <a href="http://vilaj.com.br" target="_blank">Vilaj Coworking</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Eu gostei porque fala sobre motivação, eu gosto de entender mais as pessoas. Também gostei porque ele é rápido.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9 &#8211; A Quinta Disciplina (Renata Miguez, <a href="http://vilaj.com.br" target="_blank">Vilaj Coworking</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Ele é, de uma forma bem grotesca, sobre empresas que aprendem. Na verdade, mostra uma um jeito diferente de tratar uma organização, de forma sistêmica.  Fala sobre motivação em grupo e integralidade do ser na organização.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2651744/a-quinta-disciplina"><img class="aligncenter" title="A Quinta Disciplina" src="http://www.sinopsedolivro.net/capas-livros/a-quinta-disciplina.jpg" alt="" width="297" height="441" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10 &#8211; A História de um Casamento (Henrique Ouro, Coach)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Conta a estória de uma mulher negra, depois depois da segunda guerra, que se apaixonou 2 vezes pela primeira vez. Uma visão de uma mulher que tava disposta a abandonar tudo pela sua própria felicidade.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22029575"><img class="aligncenter" title="A História de um Casamento" src="http://www.civilizacao.pt/folder/artigo/1808366_Hist%C3%B3ria%20de%20um%20Casamento_WEB.jpg" alt="" width="340" height="517" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>11 &#8211; O Retorno do Jovem Príncipe (Ana Cláudia Albernaz, da <a href="http://9emeia.com.br" target="_blank">9 e meia</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Um livro com uma pureza inexplicável que me fez chorar que nem criança. Conta a uma estória de um jovem, inspirado como uma continuação da infância do Pequeno Príncipe, que caiu na Terra depois de viajar o Universo. Ele é encontrado por um viajante que passa pela Patagônia e, juntos, através da inocência do jovem, descobrem coisas sobre o mundo e os seres humanos com uma beleza leve e verdadeira.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3653766/o-retorno-do-jovem-principe"><img class="aligncenter" title="O Retorno do Jovem Príncipe" src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lrayko1qmb1qhtwiro1_500.jpg" alt="" width="339" height="502" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12 - Sonho Grande (Gustavo Tremel, da <a href="http://decora.do" target="_blank">Decora.do</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Gostei porque mostra o espirito empreendedor e todas as dificuldades que ele, <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/jorge-paulo-lemann" target="_blank">Jorge Paulo Lemann</a>,</strong> teve que ultrapassar para se tornar um homem bem sucedido e o mais rico do Brasil e da Suiça.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.submarino.com.br/produto/113003064/livro-sonho-grande"><img class="aligncenter" title="Sonho Grande" src="http://versa.buqui.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/Sonho-grande_Capa-WEB.jpg" alt="" width="326" height="470" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>13 &#8211; Quadrilogia do Hannibal Lecter (por Michela Lamaco, da <a href="http://www.tecnolicious.com.br/" target="_blank">Tecnolicious</a>)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<div data-jsid="message">São excelentes e perturbadores ao mesmo tempo. Ao final dos 4 você torce para o canibal.</div>
<div data-jsid="message"></div>
</blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sobrelivros.com.br/info-hannibal-thomas-harris/"><img class="aligncenter" title="Hannibal Lecter" src="http://4.bp.blogspot.com/-0fvaX_Jj_hQ/TjC9NYRQD_I/AAAAAAAAB50/brZawmhsDRo/s1600/hannibal-thomas-harris.jpg" alt="" width="317" height="448" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tem um livro pra compartilhar? Comenta aqui na nossa <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=616168905079379&amp;set=a.272386086124331.82971.219093394786934&amp;type=1&amp;theater" target="_blank">publicação do Facebook</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			<wfw:commentRss>http://vilaj.com.br/para-o-dia-internacional-do-livro-veja-dicas-de-leituras-pelos-nossos-coworkers/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Uma introdução aos negócios sociais no Brasil</title>
		<link>http://vilaj.com.br/uma-introducao-aos-negocios-sociais-no-brasil/</link>
		<comments>http://vilaj.com.br/uma-introducao-aos-negocios-sociais-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 14:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; No dia 26 de abril vamos abrir o nosso espaço para uma discussão a respeito de negócios sociais dentro da micro e macro realidade em que vivemos. Junto com os facilitadores que já trabalham e pesquisam nessa área, a ideia é compreender, de forma mais profunda, esse tipo de inovação. Como um negócio social consegue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Young_woman_with_map.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-2662" title="Young_woman_with_map" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Young_woman_with_map-1024x874.jpg" alt="" width="1024" height="874" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://vilaj.com.br/negocios/" target="_blank">No dia 26 de abril vamos abrir o nosso espaço</a> para uma discussão a respeito de negócios sociais dentro da micro e macro realidade em que vivemos. Junto com os facilitadores que já trabalham e pesquisam nessa área, a ideia é compreender, de forma mais profunda, esse tipo de inovação. Como um negócio social consegue na prática ter impacto social? Esses e mais questionamentos serão destrinchados pelos participantes da roda de discussão e, quem sabe, revelar alguns aspectos para que este tipo de negócio se torne aplicável e sustentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo vão duas leituras a respeito do tema, fruto de pesquisas do Henrique Bussacos, Diretor Geral do HUB São Paulo e do HUB Global, e da Carolina Andrade, gerente para Inovação Social do ICom.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<h1>2+3= 2,5</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Entre o Segundo e o Terceiro Setor, um novo tipo de negócio ganha fôlego no Brasil, unindo características empresariais com as das ONGs</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_24071"><img title="setor 2.5 1" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2013/04/setor-2.5-1.jpg" alt="Foto: Amanda Abad" width="600" height="225" />Foto: Amanda Abad</p>
</div>
<p>“Gerir e restaurar 60 mil hectares de Mata Atlântica da América do Sul e criar mais de mil postos de trabalho até 2020.” Embora pareça uma típica missão de organização não governamental, ela está no coração dos negócios de uma empresa de erva-mate orgânica. Quando, em 1996, dois amigos de universidade, o argentino Alex Pryor e o americano David Karr, idealizaram o negócio, queriam dividir com mais pessoas o prazer de tomar chimarrão e tereré (versões quente e fria da bebida com o mate). Não desejavam, no entanto, abrir um negócio comum. Ambicionavam uma empresa com uma estratégia de uso sustentável dos recursos naturais e que fosse operada sob a filosofia do comércio justo.</p>
<p>A ideia ganhou forma há 16 anos na Guayakí, hoje uma das principais referências do conceito de negócio social. A empresa vende erva-mate cultivada por comunidades rurais da Argentina, Paraguai e Brasil a consumidores dos Estados Unidos e do Canadá – e, em 2014, pretende aportar no mercado brasileiro.</p>
<p>Além de gerar emprego e renda, a empresa oferece projetos de capacitação para que as comunidades cultivem novas áreas de floresta nativa. A erva-mate precisa da sombra de árvores mais altas para se desenvolver e, por isso, é necessário ter no mesmo terreno outras espécies nativas. Nos projetos da Guayakí, plantam-se principalmente espécies frutíferas, como jabuticaba e pitanga. “Nosso modelo permite restaurar mais hectares de Mata Atlântica, na medida em que cresce a demanda pelo mate. É o contrário do modelo da soja, por exemplo, no qual o aumento de consumo gera um resultado negativo sobre os recursos naturais”, diz Pryor, em entrevista a Página22, por e-mail.</p>
<p>O mate que produzem é orgânico, certificado pela California Certified Organic Farmers (CCOF), creditado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. E o comércio justo, pela Fair for Life.</p>
<p><strong>NOVOS FORMATOS<br />
</strong><br />
A Guayakí integra um grupo de empresas que tem como propósito lucrar apoiando-se na lógica da competitividade e eficiência do mercado ao mesmo tempo em que gera impacto positivo, contribuindo para a solução problemas ambientais e sociais. São os chamados negócios ou empreendimentos sociais. Por unir características do Segundo e do Terceiro Setor (<a href="http://pagina22.com.br/index.php/2013/04/glossario-2/" target="_self"><em>mais em glossário</em></a>), é também chamado de “Setor 2,5”.</p>
<p>Essas empresas não têm características homogêneas, porque se propõem a gerar o impacto social de diferentes formas. Como afirma Célia Cruz, diretora-executiva do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), o Setor 2,5 tem 50 tons de cinza. “Há ONGs que abrem um negócio para gerar renda, há empresas que vendem serviços ou produtos destinados à população de baixa renda e que, por isso, têm preços acessíveis e há empresas que se parecem mais com as tradicionais: geram lucro e destinam parte (ou tudo) para uma causa social”, explica.</p>
<p>“Estão nesse rol os empreendedores que  querem fazer algo de bom pela sociedade, mas  por meio dos negócios e não de uma ONG”,  explica Henrique Bussacos, sócio-fundador do HUB São Paulo e diretor do HUB Global [1]. Para ele, é difícil traçar uma linha e definir com clareza onde começa e onde termina o Setor 2,5.</p>
<blockquote><p>[1] O HUB é uma comunidade global de empreendedores, prestadores de serviços, organizações e empresas voltadas para o impacto positivo. É uma rede de contatos, mas há também sedes fixas  que funcionam como escritórios de trabalho cooperativo (conhecido pelo jargão em inglês <em>co-working</em>)</p></blockquote>
<p>“Os Estados, a sociedade civil e a filantropia, sozinhos, não dão conta de resolver a magnitude dos problemas sociais e ambientais que compartilhamos em nível global e local”, diz Pedro Tarak, advogado argentino e conselheiro da Guayakí. Em um mundo com 4 bilhões de pessoas vivendo com menos de US$ 3 por dia, faz sentido que esse setor encontre espaço para crescer. Nos países emergentes, por exemplo, essas empresas são caracterizadas pelo alto poder de ganho de escala e centram-se principalmente em saúde e educação.</p>
<p>Foi justamente em um país emergente, Bangladesh, que surgiu uma das mais famosas instituições do Setor 2,5: o Grameen Bank [2]. Já no Brasil, um serviço para a população que depende do Sistema Único de Saúde (SUS) é o Saútil, uma espécie de “Google da saúde”. No site de busca <a href="http://sautil.com.br/" target="_blank">sautil.com.br</a> é possível encontrar informações de como e onde acessar remédios, produtos e serviços médicos. A base de dados são os diversos portais governamentais.</p>
<blockquote><p>[2] Banco que concede microcrédito à população de baixa renda. Por conta disso, seu fundador, o economista bengali Muhammad Yunus, ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2006</p></blockquote>
<p><strong>ALTERNATIVA DE GESTÃO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse setor também emerge como uma forma de suprir necessidades e resolver os problemas dos dois setores que o cercam. De um lado, há o maior engajamento do lado empresarial, como mostra o caso dos amigos que fundaram a Guayakí. Do outro, estão organizações do Terceiro Setor com dificuldade de acessar verba dos governos.</p>
<p>Para Renato Kiyama, diretor da Artemisia, muitas ONGs encaram esse tipo de empreendedorismo como alternativa de gestão. “As arrecadações de verba do governo são feitas sob um excesso de burocracia. As ONGs precisam perder muito tempo e trabalho só para prestar contas de como usam os recursos. Por exemplo, nem sempre podem pagar pessoas que prestam serviços, porque toda a verba deve ir só para um projeto específico”, explica. Como decorrência, as organizações estão abrindo braços de negócios sociais para que possam ter mais liberdade de acessar e manejar o dinheiro que entra. <em>(leia mais sobre as organizações do terceiro setor em <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2013/04/um-busca-de-uma-receita-propria/" target="_blank">“Em busca de uma receita própria”</a>)</em></p>
<p>O Comitê pela Democratização da Informática (CDI) é um exemplo. Nasceu como organização não governamental com a missão de promover o acesso a tecnologias de informação em comunidades de baixa renda e da periferia do Brasil. Em 2009, criou uma unidade de negócios: a <a href="http://cdilan.com.br/" target="_blank">CDI Lan</a>, que já afiliou 6,5 mil<em>LAN houses</em> e capacitou seus donos e funcionários para que os locais se transformassem em centros de prestação de serviços. Alguns estabelecimentos, por exemplo, tornaram-se correspondentes bancários do Banco do Brasil que fazem transações, pagamentos, consultas no Serasa e até abertura de conta corrente. A população acessa essas facilidades e os donos das <em>LAN houses</em> ganham mais clientes, além de ser remunerados pelos diversos tipos de serviço.</p>
<p><strong>CENÁRIO NACIONAL</strong></p>
<p>No Brasil, as primeiras empresas sociais foram criadas entre os anos de 2006 e 2007. Estiveram entre as pioneiras o HUB São Paulo e a Tekoha, também cofundada por Bussacos. Em seu primeiro modelo de negócio, a Tekoha era uma loja virtual de artesanato e objetos produzidos por comunidades espalhadas pelo Brasil e que dificilmente chegariam ao mercado consumidor das grandes cidades sem um mediador. A cada venda, metade do valor era dos produtores, 25% cobriam custos e despesas, e o restante ficava como lucro da empresa.</p>
<p>No segundo semestre de 2012, a Tekoha transformou-se em uma consultoria para instituições, como secretarias e governos, interessadas em capacitar comunidades com produções locais. A empresa se deu conta de que a maioria das famílias já estava amadurecida a ponto de seguir seus negócios sem intermediários. “Preparamos as comunidades para que caminhassem sozinhas. A mudança no nosso modelo só aconteceu porque somos um negócio social. Se não fôssemos, continuaríamos intermediando as vendas, porque davam lucro”, diz Bussacos.</p>
<p>Enquanto a Tekoha era criada, as informações sobre o Setor 2,5 começavam a chegar ao Brasil. Crucial nesse momento foi a Artemisia, primeira aceleradora de negócios sociais do País. Duas vezes por ano, cerca de dez empresas em início de operação são selecionadas para passar seis meses sob os cuidados de um time especializado que estuda e redesenha o modelo de negócio, capacita os envolvidos e até ajuda a selecionar novos profissionais recém-formados nas melhores universidades para ser contratados.</p>
<p>Segundo Renato Kiyama, a maior mudança até hoje foi no perfil dos empreendedores apoiados pela Artemisia. Nos primeiros anos, a maioria eram jovens em início de carreira. Desde 2010, no entanto, 80% deles já trabalharam em grandes corporações, mostrando um amadurecimento do setor. Até 2012, 45 empresas haviam passado pelo processo e, neste semestre, outras dez estão sendo aceleradas. De todas, apenas cinco faliram. “As outras, mesmo que não sejam grandes corporações, estão se pagando e crescendo”, pondera Kiyama. Contribui para isso o fato de que a maioria já sai de lá com um impulso financeiro, uma vez que fundos de investimento voltados para os negócios de impacto social ficam de olho nesses novos empreendimentos. Sete negócios que passaram pela Artemisia receberam de início mais de R$ 1 milhão de investidores.</p>
<p>Os chamados fundos de investimento de impacto social crescem acompanhando o Setor 2,5. O ano de 2012 começou com apenas três empresas desse modelo no mercado nacional: a Vox Capital, a First e a Pragma. Atualmente, já existem dez. “Isso mostra uma nova mentalidade. Faz sentido que pessoas queiram investir em um negócio de impacto social, mas que também esperem retorno financeiro”, diz Célia Cruz.</p>
<p><strong>FORAS DA LEI</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aceleradoras e investidoras cumprem papel fundamental para o surgimento e o desenvolvimento das empresas sociais que ainda não contam com ajuda do governo ou regulamentação, como acontece em alguns países, na opinião de Kiyama. Na maior parte dos casos, tais empresas enquadram-se como pequenas e médias, visto que, como ONGs que comercializam algum produto, teriam de pagar impostos mais altos.</p>
<p>O Brasil encontra-se ao lado dos outros emergentes, no grupo dos países sem regulamentação para o Setor 2,5. Já na Europa, definem-se como <em>social</em> <em>enterprise</em> os negócios que comercializam produtos ou serviços, mas destinam todo o lucro para a causa social ou ambiental – ou seja, não dividem nada entre acionistas. Entre outras obrigações para obter isenções fiscais, esses negócios precisam ter uma cota estabelecida de mão de obra voluntária e representantes dos grupos beneficiados no conselho.</p>
<p>O então Ministério da Indústria e do Comércio do Reino Unido estabeleceu em 2004 o conceito de negócios sociais e sua forma legal, chamada Community Interest Company (CIC). Essas empresas são um tipo de sociedade limitada cujo objetivo é operar em benefício da comunidade (provendo serviços, inclusão social, preservação ambiental etc.) e não dos seus proprietários. Por isso, destina todo o lucro para a própria causa, e também sem dividi-lo entre acionistas. Foram regulamentadas para que se diferenciassem das instituições de caridade que têm mais vantagens fiscais, porém estão sujeitas a uma regulamentação mais custosa do que as CICs.</p>
<p>Renato Kiyama, da Artemisia, é pessimista quanto ao surgimento de uma legislação brasileira no futuro próximo. “É difícil regular um setor que no Brasil é muito jovem. Com o tempo, esses negócios vão se definir e consolidar suas características. Teremos mais casos e histórias – boas e ruins. Aí, sim, será hora de ter legislação própria”, afirma. Forçar direitos e deveres agora, para ele, poderia até mesmo limitar a capacidade de inovação e o desenvolvimento do setor em seu maior potencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EMPRESA LADO B</strong></p>
<p>Enquanto nem todos os países regulam o Setor 2,5, a organização americana sem fins lucrativos B Lab criou uma certificação para as companhias que usam o seu poder de mercado para criar benefícios sociais e ambientais. As chamadas empresas benfeitoras, ou empresas B, do inglês <em>benefit corporatio</em>ns (B corps), que dá nome ao selo. [3] A Guayakí é uma das empresas certificadas.</p>
<p>A adesão ao certificado é voluntária, porém paga – cerca de US$ 500 anuais para pequenas empresas e US$ 25 mil para grandes. Para obtê-lo, é necessário fazer uma avaliação que meça os impactos que o negócio pode gerar no meio ambiente e na sociedade – como os relacionados à mão de obra – e passar por uma consultoria que indique como minimizá-los. Atravessadas essas duas etapas, o empresário assina um termo de compromisso [4]  pelo qual assume os deveres de uma empresa B. Uma vez assinado, o documento passa a ter força legal e os responsáveis podem ser processados pelo seu não cumprimento.</p>
<blockquote><p>[3] As B Corps foram assunto na seção <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2012/06/empresas-benfeitoras/" target="_blank">Economia Verde da edição 64</a> de PÁGINA22 e no <a href="http://bit.ly/tI8LlN" target="_blank">blog De Lá Pra Cá</a><br />
[4] A chamada “Declaração de Interdependência” diz: “Consideramos que essas verdades são evidentes: (…) Que todo negócio deve se conduzir como se as pessoas e o meio ambiente importassem. Que por meio de seus produtos, práticas e lucros os negócios devem aspirar não causar danos e beneficiar a todos”</p></blockquote>
<p>O crescimento do número de empresas que aderem ao selo mostra o potencial do setor. Em novembro de 2011, havia 300 B corps nos Estados Unidos, 2 no Canadá e 1 no México. Hoje, são 715, espalhadas por 24 países. A América do Sul conta com 42, das quais 3 no Brasil [5]. E o número só vai crescer. Desde o ano passado, opera no  Chile o primeiro braço da B Lab na América  Latina, denominado Sistema B. Pedro Tarak, que também é um dos coordenadores da iniciativa, conta que o Sistema B e a CDI já estão estudando a entrada da organização no País.</p>
<blockquote><p>[5] Ouro Verde Amazônia, CDI Ventures (da CDI Lan) e Abramar</p></blockquote>
<p>Tarak credita o crescimento dos negócios sociais ao atual momento histórico e econômico, que, segundo ele, pede “a gritos” novas  formas de nos organizarmos economicamente  e inclui, cada vez mais, a busca pela melhora  das condições sociais e do meio ambiente nos negócios.</p>
<p>“Assim como a Revolução Industrial levou ao surgimento de formas de proteger a empresa capitalista – como a Sociedade Anônima (S/A) e a Limitada (Ltda.) –, e assim como a preocupação com a exploração dos trabalhadores impulsionou a formação de cooperativas, nesta era da sustentabilidade precisamos de novas opções empresariais. Opções que combinem a busca pelo lucro com a geração de bens públicos para todos”, diz.</p>
<p>Henrique Bussacos concorda com o raciocínio de Tarak. “A lógica de mercado vigente exagera ao estabelecer que a empresa deve apenas gerar valor para seus acionistas.” Mas Bussacos não considera o Setor 2,5 a única solução para os problemas do mundo. “Sempre haverá espaço para o Segundo e o Terceiro Setor tradicionais. O melhor do Setor 2,5 é influenciar ambos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como os negócios sociais podem contribuir com o desenvolvimento e a erradicação da pobreza no Brasil?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os negócios sociais buscam em última instância erradicar a pobreza e promover o desenvolvimento. Para buscar esses objetivos é importante primeiramente mapearmos a pobreza e, posteriormente (num próximo post), definirmos desenvolvimento.</p>
<div></div>
<div>A tabela abaixo demonstra que a pobreza está claramente concentrada nas regiões norte e nordeste (ainda mais se medida em relação a população total de cada região). Essa tabela elenca as pessoas com renda per capita de até R$70 (um pouco acima da linha internacional da pobreza que seria US$1.25 ao dia).</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div></div>
</td>
<td rowspan="2" valign="top" width="65">
<div align="center">Total Pessoas</div>
</td>
<td rowspan="2" valign="top" width="29">
<div align="center">%</div>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="91">
<div align="center">Urbano</div>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="100">
<div align="center">Rural</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div></div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">Pessoas</div>
</td>
<td valign="top" width="32">
<div align="center">%</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">Pessoas</div>
</td>
<td valign="top" width="42">
<div align="center">%</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div>Brasil</div>
</td>
<td valign="top" width="65">
<div align="center">16.267.197</div>
</td>
<td valign="top" width="29">
<div align="center">100</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">8.673.845</div>
</td>
<td valign="top" width="32">
<div align="center">53</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">7.593.352</div>
</td>
<td valign="top" width="42">
<div align="center">47</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div>Norte</div>
</td>
<td valign="top" width="65">
<div align="center">2.658.452</div>
</td>
<td valign="top" width="29">
<div align="center">17</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">1.158.501</div>
</td>
<td valign="top" width="32">
<div align="center">44</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">1.499.951</div>
</td>
<td valign="top" width="42">
<div align="center">56</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div>Nordeste</div>
</td>
<td valign="top" width="65">
<div align="center">9.609.803</div>
</td>
<td valign="top" width="29">
<div align="center">59</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">4.560.486</div>
</td>
<td valign="top" width="32">
<div align="center">48</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">5.049.317</div>
</td>
<td valign="top" width="42">
<div align="center">52</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div>Sudeste</div>
</td>
<td valign="top" width="65">
<div align="center">2.725.532</div>
</td>
<td valign="top" width="29">
<div align="center">17</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">2.144.624</div>
</td>
<td valign="top" width="32">
<div align="center">79</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">580.908</div>
</td>
<td valign="top" width="42">
<div align="center">21</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div>Sul</div>
</td>
<td valign="top" width="65">
<div align="center">715.961</div>
</td>
<td valign="top" width="29">
<div align="center">4</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">437.346</div>
</td>
<td valign="top" width="32">
<div align="center">61</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">278.615</div>
</td>
<td valign="top" width="42">
<div align="center">39</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="55">
<div>Centro-Oeste</div>
</td>
<td valign="top" width="65">
<div align="center">557.449</div>
</td>
<td valign="top" width="29">
<div align="center">3</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">372.888</div>
</td>
<td valign="top" width="32">
<div align="center">67</div>
</td>
<td valign="top" width="59">
<div align="center">184.561</div>
</td>
<td valign="top" width="42">
<div align="center">33</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasilsemmiseria.gov.br/">Plano Brasil Sem Miséria</a></div>
<div></div>
<div>De acordo com estudos que realizamos de negócios sociais na África (principalmente no Quênia) e na Índia, poucos negócios sociais conseguem de fato atingir essa camada mais pobre diretamente. O <a href="http://www.kickstart.org/">Kickstart</a>, um negócio social no Quênia (e em outros países do leste Africano), que desenvolve bombas de irrigação para aumentar a produtividade dos pequenos agricultores, não atinge a camada mais pobre da população. Isso não quer dizer que o negócio não contribui para a redução da pobreza, pois ele atinge pessoas muito pobres (mas em sua maioria acima da linha da pobreza internacional) e essas pessoas podem vir a empregar os mais pobres.</div>
<div></div>
<div>Ainda não temos números para avaliar com maior precisão se o mesmo ocorre com os negócios sociais Brasileiros. Para isso, deveria ser feito uma pesquisa junto a essa população mais pobre beneficiada pelos negócios. Pelo que observamos no exterior somado ao <a href="http://brasil.nextbillion.net/blog/2011/08/08/onde-e-como-esto-negcios-sociaisinclusivos-no-brasil">mapeamento dos negócios sociais no Brasil</a>, acreditamos que provavelmente a maioria deles deve atingir as pessoas com renda per capita entre R$ 70 e R$ 200. Dificilmente negócios que vendem produtos e serviços (os negócios inclusivos podem atingir um pouco mais essa população) atingem as pessoas abaixo da linha da pobreza, que vivem com menos de R$ 70 hoje, e são 16 milhões de brasileiros.</div>
<div></div>
<div>Esse fenômeno pode se dar por algumas razões. Primeiro, é importante segmentar esta categoria de até 2 salários mínimos, pois este universo compreende muitas diferenças, por exemplo, está nele a população de 16 milhões de brasileiros abaixo da linha da pobreza, mas também pessoas com renda per capita de R$200. Além disso, muitas vezes essas pessoas são excluídas dentro de suas próprias comunidades, que já têm uma renda bastante baixa. Na <a href="http://www.redetekoha.com.br/">Tekoha</a> trabalhamos com comunidades de baixa renda e observamos que muitas vezes algumas pessoas dentro das comunidades não têm tantas oportunidades como outras e numa análise mais superficial classificaríamos todas elas num mesmo segmento de população de baixa renda.</div>
<div></div>
<div>Outra dificuldade para os negócios sociais atingirem essa população é que ela se concentra nas regiões norte e nordeste (76% da pobreza extrema) e nessas regiões, principalmente no interior, o Brasil possui baixa densidade populacional, muitas vezes, com acesso bastante limitado. Isso impede a criação de modelos de negócios financeiramente viáveis para vender diretamente a essa população e dificulta a participação dessas pessoas em negócios que buscam incluí-las em sua cadeia produtiva. Esse cenário é diferente na Índia, por exemplo, que possui um volume imensamente maior (em torno de 440 milhões enquanto no Brasil são 16 milhões) de pessoas abaixo da linha da pobreza. Numa visita a negócios sociais na Índia, ficou claro que densidade populacional é um critério fundamental para um negócio viabilizar-se financeiramente em sua região. O volume de vendas é muito relevante para a viabilidade econômica do negócio que opera com margens mais baixas para tornar os produtos/serviços mais acessíveis.</div>
<div></div>
<div>Outro desafio é a capacidade dessa população adquirir os produtos ou serviços. A maioria dos negócios visitados na Índia eram muito pragmáticos, tinham consciência que não conseguiam atender a população mais pobre, pois estes não tinham recursos mínimos para participarem do mercado consumidor, mesmo com produtos mais acessíveis. Este desafio tem duas soluções já bem desenvolvidas, ou o negócio social opera com uma precificação de acordo com a capacidade de compra, por exemplo, oferecendo gratuitamente para aqueles que não conseguem adquirir, como é o caso do “<a href="http://www.aravind.org/">Aravind EyeHospitals</a>”. Negócios social que surgiu na Índia oferecendo cirurgias de catarata num processo extremamente inovador. Outro caminho é o caso de alguns bancos de microcrédito na Índia e Bangladesh que têm desenvolvido programas de proteção social em parceria com o governo para trabalhar de forma não lucrativa com essa parcela mais pobre da população (é o caso da <a href="http://www.brac.net/">BRAC</a> em Bangladesh). Entre outras soluções viáveis que não onerem o negócio social que são e poderiam ser desenvolvidas.</div>
<div></div>
<div>Para erradicar a pobreza acreditamos que o papel das políticas sociais é fundamental e os negócios sociais podem contribuir no processo criando oportunidades para os próximos passos dessas pessoas, que após terem uma renda mínima precisam de oportunidades para crescer, se desenvolverem e colaborarem no desenvolvimento de suas comunidades.</div>
<div></div>
<div>Acreditamos que o mapeamento de negócios sociais/inclusivos foi um excelente passo rumo a compreender este campo no Brasil. Nos próximos estudos seria interessante pesquisarmos mais sobre o público atendido pelos negócios sociais. Dessa forma, poderemos entender melhor o papel dos negócios sociais no processo de redução da pobreza e promoção da justiça social e do desenvolvimento sustentável no país.</div>
<div></div>
<div>Escrito por Carolina de Andrade (<a href="http://twitter.com/#%21/andradecarol">@andradecarol</a>) e Henrique Bussacos (<a href="http://twitter.com/#%21/hbussacos">@hbussacos</a>)</div>
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		<title>Estamos procurando&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 20:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coworkers]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Eu comecei no Vilaj no começo de Dezembro de 2012 e desde então entendi melhor o que a expressão #tamojunto quer dizer. O Vilaj é um espaço inspirador no qual as pessoas criam, colaboram e se divertem ao mesmo tempo trocam ideias, fazem planos e constroem projetos, vivendo a rotina de uma forma diferente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-large wp-image-2628" title="Estamos procurando mesmo!" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Captura-de-tela-2013-04-11-às-4.02.47-PM-1024x636.png" alt="" width="1024" height="636" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu comecei no Vilaj no começo de Dezembro de 2012 e desde então entendi melhor o que a expressão #tamojunto quer dizer. O Vilaj é um espaço inspirador no qual as pessoas criam, colaboram e se divertem ao mesmo tempo trocam ideias, fazem planos e constroem projetos, vivendo a rotina de uma forma diferente.</p>
<p>Mas chegou a hora de ir. Em breve, vou-me para uma experiência internacional (de novo). O destino desta vez é Praga, na República Tcheca, na qual permaneço por um ano. E com a minha ida, chegou o momento do Vilaj receber um novo agregado à família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2630" title="Oi, Eu sou o Léo!" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/leonam.jpg" alt="" width="640" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sendo um Vilaj People, você irá trabalhar com a gestão de eventos (pesquisa, criação, produção, negociação, execução), com relacionamento com os nossos parceiros diretos e indiretos, terá contato com a cultura empreendedora e de inovação em Floripa e com o engajamento interno dos nossos coworkers. Você entenderá mais sobre soluções colaborativas e engajamento de comunidades estando num espaço que se recria todos os dias.</p>
<p>Estamos abertos para receber diversas propostas de trabalho. Os nosso únicos requisitos é  que o novo Vilaj People teria que ter uma disponibilidade de 6 a 8 horas diárias e ter muita pró-atividade <img src='http://vilaj.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Interessou? Quer saber mais alguma coisa? Chega aqui ou manda o que você acha relevante nós sabermos sobre você para <a href="mailto:tamojunto@vilaj.com.br" target="_blank">tamojunto@vilaj.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Leonam.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Experts em ideias iluminadas &#124; Vilaj Coworking no DC</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Apr 2013 15:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tamo é chique demais no Diário Catarinense do dia 7 de abril , páginas 85, 86 e 87. &#8220;O termo coworking ainda soa estranho, mas vem conquistando cada vez mais adeptos e abrindo espaço para novos empreendedores. Quem atua na área, como Willian Miranda, do Vilaj Coworking, garante: a diversidade da formação dos profissionais desencadeia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tamo é chique demais no Diário Catarinense do dia 7 de abril , páginas 85, 86 e 87.</p>
<p>&#8220;O termo coworking ainda soa estranho, mas vem conquistando cada vez mais adeptos e abrindo espaço para novos empreendedores. Quem atua na área, como Willian Miranda, do Vilaj Coworking, garante: a diversidade da formação dos profissionais desencadeia o surgimento de ideias inovadoras para os clientes.&#8221;</p>
<p>Pra ler a reportagem completa, <a href="http://bit.ly/Ya64aq" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2716" title="Vilaj Coworking no DC" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/04/533773_609075549122048_935320856_n.jpg" alt="" width="704" height="960" /></p>
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		<title>Vilaj People: Tecnolicious</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 21:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnolicious]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde janeiro de 2012, logo quando o Vilaj abriu as portas, a Michela Limaco e o Ivan Amorim estão por aqui. Juntos, formam a Tecnolicious, que trabalha com aplicações web para organizar melhor as empresas, promove a &#8216;conversa&#8217; entre sistemas diferentes e desenvolve produtos de automação, explorando, principalmente, o microcontrolador Arduino. &#160; O nome já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-large wp-image-2441 alignleft" title="Michela &amp; Ivan: Tecnolicious" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/02/michela-e-ivan-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" /><br />
Desde janeiro de 2012, logo quando o Vilaj abriu as portas, a Michela Limaco e o Ivan Amorim estão por aqui. Juntos, formam a Tecnolicious, que trabalha com aplicações web para organizar melhor as empresas, promove a &#8216;conversa&#8217; entre sistemas diferentes e desenvolve produtos de automação, explorando, principalmente, o microcontrolador Arduino.<br />
&nbsp;<br />
O nome já diz o que esses dois propõem ao mercado. Michela, sócia e representante da Tecnolicious, diz que o seu diferencial é o amor pela tecnologia, junto ao compromisso e qualidade dos serviços e satisfação do cliente. &#8220;O objetivo principal é transformar a visão dos clientes sobre tecnologia, desmitificar a ideia de que ela é um gasto elevado e algo complicadíssimo. Queremos encurtar distâncias através dela e fazer com que seja vista de forma prazerosa e acessível.&#8221;, diz Michela.<br />
&nbsp;<br />
Trabalham atendendo basicamente pequenas e médias empresas da Grande Florianópolis, principalmente prestadores de serviços, além de todo o mercado brasileiro – para os produtos de automação. O que casa muito com o objetivo de Michela, apresentando a tecnologia de forma acessível e mostrando aos seus clientes que ela pode ser uma grande alavanca para qualquer ramo, de forma fácil e prazerosa.<br />
&nbsp;<br />
Desde 2010 a empresa vem desenvolvendo projetos complexos. O carro-chefe da Tecnolicious é um Portal de Ensino a Distância – <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9CZOCCSHu00" target="_blank">EADAMATRA</a>, projeto que foi desenvolvido para a Amatra12, com os direitos de comercialização para quaisquer outras entidades desde que não sejam concorrentes diretas desta entidade. Além do EADAMATRA, também desenvolvem uma ferramenta de Gestão Escolar – Controller, e atualmente, ampliaram suas atuações para além da linguagem Java, em php.<br />
&nbsp;<br />
Em Setembro de 2012 iniciaram a criação do <em>Feedlicious</em> – um projeto para automação de alimentação de pequenos animais, gerenciável via web, e tem previsão de conclusão do protótipo agora em março de 2013.<br />
&nbsp;<br />
A base operacional da Tecnolicious é no Vilaj Coworking, onde Michela e Ivan dividem o trabalho de forma semi-presecial, com 3 encontros semanais. Ivan Amorim está último semestre da faculdade de Desenvolvimento de Jogos da Univali e é o programador júnior da empresa desde que estão por aqui. Michela, que acumula as funções de analista de sistemas/gerente de projeto e programadora Senior, diz que escolheu um espaço de coworking para trabalhar porque, além de precisar de um local para encontrar Ivan, não queria se incomodar com questões administrativas que o aluguel de uma simples sala comercial exige. Além do que, a relação do custo x benefício é ótima.<br />
&nbsp;<br />
Conheça mais da Tecnolicious acessando o <a href="http://tecnolicious.com.br" target="_blank">site</a> ou a <a href="https://www.facebook.com/tecnolicious" target="_blank">fanpage</a> no Facebook.<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Você topa um curso de Motion Graphics?</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 19:49:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
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		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Motion Graphics]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Abrimos espaço para perguntar a você se tem vontade de participar de um curso para aprender um pouco sobre animação gráfica 3D. Topa? Responde aí embaixo, se juntarmos bastante interessados, o curso sai do papel! &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/anubhzz/8297639001/sizes/l/in/pool-70077216@N00/"><img class="alignnone size-full wp-image-2334" title="Motion Graphics" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/02/8297639001_161e911db9_b.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abrimos espaço para perguntar a você se tem vontade de participar de um curso para aprender um pouco sobre animação gráfica 3D. Topa? Responde aí embaixo, se juntarmos bastante interessados, o curso sai do papel!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://docs.google.com/spreadsheet/embeddedform?formkey=dFRsSjB3alY3QlZ3dFo4MFU4M3VzM2c6MA" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" width="760" height="866"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Veja o que os participantes do último workshop de Projeções Financeiras e Valuation estão dizendo</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2013 14:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Para você que está interessado em fazer o Workshop de Projeções Financeiras e Valuation para startups, publicamos aqui os depoimentos dos participantes da última edição do curso, vindo diretamente de nosso formulário de feedback. Veja só algum deles: &#160; “Parabéns pelo curso de valuation!!” Luiz Carlos Fedrigo de Albuquerque &#160; “Parabéns pelo Workshop foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone  wp-image-2318" title="Valuation" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valuation-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para você que está interessado em fazer o Workshop de Projeções Financeiras e Valuation para startups, publicamos aqui os depoimentos dos participantes da última edição do curso, vindo diretamente de nosso formulário de <em>feedback.</em></p>
<p>Veja só algum deles:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Parabéns pelo curso de valuation!!”<br />
<strong>Luiz Carlos Fedrigo de Albuquerque</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Parabéns pelo Workshop foi muito produtivo e atendeu as minhas expectativas.”<br />
<strong>Odair da Rosa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Quero lhe agradecer e parabenizar pelo curso, muito útil não só pelas informações mas pelas dicas dadas fruto da sua experiência no fundo BZPlan. Parabéns pela iniciativa, acredito que há bastante demanda e que essa &#8220;doutrinação&#8221; é importante para as centenas de potenciais empreendendores no cenário de tecnologia em Floripa. Acho até que o horário foi acertado, para quem durante a semana não tem tempo de encaixar um treinamento.”<br />
<strong>Luiz Daniel Lima</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Fiz o curso de Valuation de startups e foi bastante esclarecedor, pois é uma área fora da minha formação.”<br />
<strong>Marcelo Cintra</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Acho que o curso foi excelente, a infra-estrutura é boa para cerca de 15 participantes e o Rodrigo possui ótimos conhecimentos e experiência profissional no tema. Recomendaria e faria outro curso com ele e/ou no Vilaj, em formato parecido. Parabéns e boa sorte a equipe do Vilaj!”</p>
<p><strong>Anônimo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O tema é muito relevante pois poucas pessoas tem o domínio das dinâmicas financeiras dessa nova economia. O ponto de vista do investidor é muito enriquecedor. O apresentador tem bastante domínio do tema e o conteúdo abrange pontos que fazem bastante diferença nas decisões estratégicas do negócio, e o material é excelente.”</p>
<p><strong>Anônimo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>“Rodrigo arrebentou no curso, muito conhecimento prático sobre Startups, e esta é a minha dica: focar em repassar toda esta bagagem e experiência, permitir que cada um faça os exercícios práticos levando em conta a situação da sua startup.”</p>
<p><strong>Anônimo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As gerações na web</title>
		<link>http://vilaj.com.br/as-geracoes-na-web/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 19:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>9emeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Infográfico]]></category>

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		<description><![CDATA[Taí um estudo compactado que a Galileu transformou num infográfico que pode auxiliar o trabalho de muita gente que vive para engajar o público online. E a surpresa é que seu avô (ou pai) passam um bom tempo na frente da tela do PC, do tablet e da TV &#8211; fazendo o que, não sabemos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Taí um estudo compactado que a Galileu transformou num infográfico que pode auxiliar o trabalho de muita gente que vive para engajar o público online. E a surpresa é que seu avô (ou pai) passam um bom tempo na frente da tela do PC, do tablet e da TV &#8211; fazendo o que, não sabemos. Mas o que sabemos que são eles que assistem mais vídeos online. Confere aí:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/01/gerações_na_web.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2230" title="Gerações na web" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/01/gerações_na_web.jpg" alt="" width="600" height="5294" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://galileu..com.br" target="_blank">Galileu</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você topa um curso de Google Analytics?</title>
		<link>http://vilaj.com.br/voce-topa-um-curso-de-google-analytics/</link>
		<comments>http://vilaj.com.br/voce-topa-um-curso-de-google-analytics/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 19:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>9emeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[curso Google Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[curso Google Analytics Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Google Analytics]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Alô, alô pessoal das mídias sociais! Estamos abrindo um chamado praqueles que querem se aprofundar no monitoramento e análise de vendas e conversões, assim como uma avaliação melhor dos visitantes do site de seu cliente.  Fundamental para quem cria estratégias online e engajamento de público. &#160; Se interessou? Temos a possibilidade de realizar esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2226" title="Responda ao questionário abaixo se você está interessado!" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2013/01/web-analytics2.jpg" alt="" width="477" height="282" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alô, alô pessoal das mídias sociais! Estamos abrindo um chamado praqueles que querem se aprofundar no monitoramento e análise de vendas e conversões, assim como uma avaliação melhor dos visitantes do site de seu cliente.  Fundamental para quem cria estratégias online e engajamento de público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se interessou? Temos a possibilidade de realizar esse encontro durante o mês de Abril caso tivermos um número relevante de interessados. Então, já que você tá afim, responde esse questionário abaixo e repasse esse link para seus possíveis-amigos-interessados!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos vemos em breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://docs.google.com/spreadsheet/embeddedform?formkey=dEJOSllwOURSN1Q3TnFCaWVuazQ3QkE6MQ" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" width="760" height="866"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>5 coisas que você nunca deve dizer ao cliente</title>
		<link>http://vilaj.com.br/5-coisas-que-voce-nunca-deve-dizer-ao-cliente/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 17:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilaj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[5 coisas que você nunca deve dizer ao cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Palavras são extremamente significativas no business. Uma falha sua ao escolher a palavra errada, no momento errado, pode ser mortal pra fechar aquele negócio. Esse infográfico traz cinco deslizes verbais você deve prestar muita atenção para nunca mais cometer: &#160; 1. Erre o nome da empresa do seu cliente: é fundamental você aprender a escrever e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras são extremamente significativas no<em> business</em>. Uma falha sua ao escolher a palavra errada, no momento errado, pode ser mortal pra fechar aquele negócio. Esse infográfico traz cinco deslizes verbais você deve prestar muita atenção para nunca mais cometer:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2-2.jpg" target="_blank"><img class="alignleft" title="2 (2)" src="http://vilaj.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2-2-403x1024.jpg" alt="" width="370" height="950" /></a></p>
<p><strong>1. Erre o nome da empresa do seu cliente:</strong> é fundamental você aprender a escrever e a pronunciar o nome de todas as empresas que são seus clientes (prestando muita atenção, respeitando a ortografia e o jeito como são escritos, como por exemplo: PayPal, iPod, etc).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Defina preços e datas de entregas em intervalos:</strong> se você disser pro seu cliente &#8220;entre R$500 e R$700&#8243;, ele provavelmente vai ouvir o preço mais baixo, e você, o mais alto. Isso pode levar os dois lados a um desentendimento. A mesma coisa acontece pra intervalo de tempo, para entrega de um trabalho, por exemplo. Defina números exatos, não intervalos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. &#8220;Me desculpe, mas..</strong><strong>&#8220;:</strong> a palavra &#8220;mas&#8221; tem uma conotação de desculpa, de que vai dar errado e não tem solução. Pode ser interpretada pelo cliente como &#8220;eu não vou fazer o esforço&#8221;. Procurar apresentar soluções para os seus erros ao invés de listar desculpas para não resolver já é um grande passo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. &#8220;O que sua empresa faz mesmo?&#8221;:</strong> não soa muito bem, dá impressão que você não se preparou antecipadamente para uma reunião de prospecção. Ao invés de perguntar o que seu cliente faz, diga &#8220;De acordo com as minhas pesquisas, entendi que você faz consultorias financeiras. Conte-me mais a respeito&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. &#8220;Vamos disponibilizar um time de primeira no seu projeto&#8221;:</strong> não parece que o resto da sua empresa é composto por um time de segunda? Ao invés disso, diga ao seu cliente &#8220;Nossa empresa é feita dos melhores profissionais do ramo. Eu escolhi a dedo os membros da equipe que tem qualidades que encaixam com as suas necessidades específicas&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div></div>
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